Eu sou o Jake D'Rocha e eu sou Humano

Uma descrição de quem somos pode incluir várias coisas diferentes, então vou tentar ser o mais amplo possível.

Sou comunicador social, de formação e de natureza. Esse é o diploma que está na minha parede: TV e Rádio. É parte do motivo pelo qual sou tão bom em contar histórias.

O que me torna um bom ouvinte é meu interesse em psicologia e os pequenos cursos que fiz nesse tema.

Quando eu tinha 19 anos, me vi na terrível situação de precisar pagar as contas, então comecei a ensinar inglês como segunda língua. Isso foi há mais de uma década, e parece uma vida completamente diferente. Olhar para trás naquela idade — antes do casamento, antes da paternidade, antes dos oito países diferentes em que viveria… A vida me ensinou muito, mas nada disso importa se eu não puder compartilhar com alguém. Tenho muitas histórias para contar, e preciso que o mundo as ouça.

Acho que isso faz parte do meu caráter.


Profissionalmente, me chamo de Conversation Coach. Já ouviu esse termo antes? Vou te explicar o que significa:

Depois de anos trabalhando como professor de inglês em academias e com clientes particulares, percebi algo: essas pessoas não estavam aprendendo de verdade. O que é um pouco duro de dizer, considerando todo o dinheiro que se gasta em aulas de inglês pelo mundo. É uma indústria enorme.

Passei a prestar atenção nos alunos que faziam todos os exercícios e seguiam todos os métodos… e nos que não faziam. E sabe o que descobri? Os exercícios de gramática e as listas de vocabulário não ajudam em nada. São apenas perda de tempo e energia.

Alguns alunos, de fato, estavam aprendendo inglês. Mas eram aqueles que ficavam conversando com professores nos intervalos. Ou os que eu chamaria para tomar uma cerveja no fim de semana, como amigo, não como aluno. Eram nesses momentos que o inglês realmente era absorvido.

Então decidi transformar isso em método.

Quando a pandemia nos trancou em casa, percebi que era a hora certa. O mundo estava pronto.

O que é um Conversation Coach?

Não pague mais por “Aulas de Inglês”.

Esqueça todos esses “professores de inglês” por aí, nativos ou não. Experimente encontrar um amigo.

Alguém que saiba ouvir e tenha boas histórias para contar.

Alguém que faça você esquecer que está tentando aprender uma língua.

Experimente.